quinta-feira, 4 de julho de 2013

Trabalho



Depois de analisarmos o material que usaríamos resolvemos montar nosso trabalho e, ele ficou assim:
Início de trabalho
—  Esse gênero textual é encontrado no material disponibilizado pela SEE-SP, em sites da internet, livros didáticos.
—  Uso do modo imperativo uso de funções da linguagem, linguagem apelativa, humor, ironia, uso de cores fortes, consumismo e revolução industrial, consumismo e doenças..
—  Agências publicitárias, produzido para possíveis consumidores, circular em TV, radio, revistas, jornais e internet.
—  Antes de iniciarmos o trabalho busca-se saber o que o aluno sabe sobre o assunto e aprofunda-se o conhecimento nas etapas dos estudos.
—   Acreditamos que este trabalho pode usar  a leitura/escuta, produção, análise da língua e das linguagens, além do uso das diversas mídias. Além disso, o material citado auxilia na construção dessa aprendizagem

Linguagem publicitária
—  O estudo da linguagem publicitária trata da manipulação. Falar é argumentar, é tentar impor.
—  A mensagem publicitária, sendo um  braço da moderna tecnologia, promete, abundância, progresso, lazer, beleza, juventude.
—  Toda a estrutura publicitária sustenta uma argumentação icônico-lingüística, que leva o consumidor a convencer-se, consciente ou inconscientemente.
O texto publicitário ou propaganda é um dos gêneros mais usados no ensino de leitura e produção de textos. Está presente por meio de inúmeros portadores, seja na mídia impressa (jornais,  revistas,  cartazes,  prospectos,  folhetos),  seja  na  eletrônica  (cinema,  televisão, internet).

SD Anúncios publicitários
—  Compreender o que é um anuncio publicitário.
—  Analisar a estrutura desse tipo de texto e a intenção de seu autor.
—  Estudar o contexto histórico do surgimento da publicidade e do consumismo.
—  Entender  os problemas relacionados ao consumismo
—  Criar vídeos, cartazes e anúncios que alertem para o perigo do consumismo e das novas tendências impostas pelas mídias.

      Estratégias e recursos da aula
Laboratório de informática;
 data-show e/ou xerocópias;
 Sala de multimídia;
 atividades em duplas e grupos

Vídeos, textos, atividades e filmes.
—  "Amor por Contrato"
—  Filme “Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”
—  A LINGUAGEM DA PROPAGANDA
—  CARVALHO, Nelly de. Publicidade, a linguagem da sedução. São Paulo: Ática, 1996.
—  O gênero propaganda na escola: uma análise de aulas de leitura-  Ana Gabriela da Costa Lara    eLívia Cristina Pereira de Souza
—  Revolução industrial e o consumismo
—  Uso do modo imperativo, figuras de linguagem, estrutura.
—  Filme “Tempos Modernos”
—  http://youtu.be/-nn5EUYj5Og - Publicidade e Consumismo : Você nas Prateleiras
—  Consumo: quando o desejo de comprar vira doença - ISTOÉ Comportamento   N° Edição:  2088 |  24.Nov.09 - 1
—  Quando o consumismo é doença  - André Trigueiro

Aplicação e avaliação
—  O projeto será aplicado  e avaliado ao longo do ano  letivo, culminando com a apresentação do material produzido na feira de ciências da escola.


terça-feira, 25 de junho de 2013

Ao realizar nosso trabalho com anuncio anúncios publicitários usaremos a sequência didática que segue:


Sequência didática: anúncio publicitário

O anuncio publicitário ou propaganda é um dos gêneros mais usados no ensino de leitura e produção de textos. Está presente por meio de inúmeros portadores, seja na mídia impressa (jornais, revistas, cartazes, prospectos, folhetos), seja na eletrônica (cinema, televisão, internet).
Este gênero é rico em elementos de linguagem não-verbal que podem ajudar no processo de compreensão do texto. Basta lembrar que diferentes efeitos de sentido podem ser alcançados por meio do planejamento gráfico, que inclui: cores tipo de letra, imagens, distribuição dos elementos na página, relação entre imagem e texto verbal. Além disso, em situações concretas de comunicação, estamos em contato com textos publicitários, nas suas mais variadas formas e suportes, deixando claro seu uso social.
Com o objetivo de ajudá-lo a compreender e produzir um anúncio publicitário é que este material foi elaborado.
Com este material, pretende-se que você:
1.    Compreenda o que é um anuncio publicitário.
2.    Analise a estrutura desse tipo de texto e a intenção de seu autor.
3.    Seja capaz de criar e desenvolver seu anúncio.
4.    Utilize as estratégias textuais desse gênero e de produção para criar seu anúncio.

Para atingir este objetivo, esta sequência didática apresenta as seguintes atividades:

 I. Anúncio Publicitário: convencer a todos que o veem, a adquirir um determinado produto.
- Atividade 1.  Propaganda, imagens, cores, letras...
- Atividade 2.  Propaganda? Isso quer dizer convencimento? Será que eu consigo fazer uma?
 II. Do que os anúncios publicitários tratam?
            - Atividade 3. Entendendo sua construção
            - Atividade 4. Identificação do produto ou marca
            - Atividade 5. Conhecendo mais anúncios publicitários
            - Atividade 6. Conhecendo as mídias de circulação
 III. É difícil criar um anuncio publicitário?
            - Atividade 7. Escolha do produto e público-alvo? Tem a ver com a propaganda?
 IV. Produzindo anúncios publicitários
            - Atividade 9.
* Por onde começar?
            * Criando e caracterizando o produto
            * Criando o público-alvo
            * Criando imagens
            * Criando o texto
* Criando letras e cores
            * Criando o slogan
            * Escolhendo a mídia
            - Atividade 10. Mãos à obra!
            * Planejando
            * Montar e escrever o texto
 V. Avaliando os anúncios publicitários
            Autoavaliação
·         Analisando o trabalho de meus colegas
·         Analisando a sequência didática

sábado, 8 de junho de 2013

Pesquisa wikipedia

Durante pesquisa no Wikipedia encontrei o seguinte texto para auxiliar em nosso trabalho:


Marketing infantil é um termo usado para se referir ao marketing de produtos e serviços voltados ao público infantil. Apesar de quase sempre a criança depender dos pais para financiar suas compras, dependendo de sua faixa etária, ela pode assumir diferentes papéis de compra: apenas consumidora, influenciadora da compra ou até ser considerada decisora, mesmo que o recurso venha dos pais. A criança pode ser abordada também como público futuro de determinado produto ou serviço.
Vários países têm buscado regular a atividade de marketing infantil para evitar abusos. Em alguns, qualquer comunicação publicitária voltada diretamente à criança é proibida. No entanto, há várias formas possíveis de relacionamento com a criança e seus pais que fazem parte das ferramentas promocionais utilizadas pela área. Além disso, o marketing também se ocupa de fornecer subsídios para o adequado desenvolvimento dos produtos ou serviços, sua precificação e distribuição.

Socialização do consumo
A socialização é um processo pelo qual as crianças aprendem a estar e a comportar-se no grupo e na sociedade a que pertencem. Desde que nascem as crianças recebem as influências dos pais e de outros agentes próximos, dando-lhes a conhecer o mundo em que vivem e as regras por que se regem.
Ao nível do consumo, as crianças são confrontadas com outros agentes de socialização que, conjuntamente com o seu desenvolvimento cognitivo, lançam as crianças para o mercado de consumo.
A socialização pode ser definida como «o processo através do qual os indivíduos aprendem a desempenhar efetivamente o seu papel na sociedade» (Brée, 1990:44).
As crianças são consideradas maioritariamente como influenciadoras e prescritoras, e muito pouco como um consumidor autónomo (McNeal, 1993; Guber & Berry, 1995). Todavia, é com a entrada na instituição escolar que elas experimentam o papel de consumidor em várias categorias de produtos. Sempre à procura de novidades, à procura da sua identidade e de pontos de referência, as crianças constituem uma população muito volátil. Na verdade, elas encontram-se confrontadas com inúmeras influências que podem explicar estas mudanças: o ambiente escolar, o professor, o circulo de amigos (pares), os pais, a televisão e os novos media (internet), a evolução da moda, etc...
A aprendizagem social, necessariamente associada ao desenvolvimento cognitivo, tem um papel fundamental na transformação das crianças em prescritoras e em consumidores ativos.
Os estudos de Piaget, que são uma referência incontornável para o conhecimento do universo cognitivo das crianças, opõem-se à teoria da aprendizagem social enunciada por Calder, Robertson & Rossiter (1975), segundo os quais o desenvolvimento intelectual das crianças depende, antes de mais, das suas experiências anteriores.
A socialização do consumo pode ser entendida como um processo através do qual as crianças adquirem capacidades, conhecimentos e atitudes para exercer o papel de consumidores no mercado (Ward, 1974). Este conceito fundamenta-se na teoria da aprendizagem social e na teoria do desenvolvimento cognitivo (Moschis & Churchill, 1978).
A teoria da aprendizagem social assume que as crianças aprendem as capacidades e os conhecimentos através de uma contínua e recíproca interacção com outras pessoas e com o meio. Para compreender este desenvolvimento é necessário conhecer os elementos com os quais o indivíduo interage (Bandura, 1977).
O modelo da socialização do consumidor desenvolvido por Moschis & Churchill(1978) integra a teoria da aprendizagem social e a teoria do desenvolvimento cognitivo. O modelo indica que a idade (desenvolvimento cognitivo) e a estrutura social (género, classe social, raça) são variáveis do processo de socialização. Neste sentido, a socialização envolve pessoas e instituições (agentes) que tem uma forte influência nas crianças. O processo de aprendizagem ocupa um lugar central no processo de socialização. Existem 3 modos de aprendizagem (Bandura, 1977): modelação, reforço e a interacção social.
O modelo de Moschis & Churchill (1978) foi testado em adolescentes com idade entre os 12 e os 18 anos de idade, em que os pais, os “mass media”, a escola e os pares foram os agentes de socialização considerados. As conclusões indicam que a família é o agente mais importante no ensino de motivos racionais e económicos do consumo, enquanto que os pares contribuem para a aprendizagem dos valores materiais e das motivações sociais. Os “mass media” também influenciam os valores materialistas e as motivações sociais do consumo.
A criança aprende progressivamente através de várias fontes, tais como a família, a escola, os amigos e os «media». Assim, as crianças aprendem a comportar-se como consumidores e a escolher a estratégia de compra a partir das observações dos seus pais e amigos.
A família é o elemento primário que contribui para a formação das crianças e para o desenvolvimento do seu papel de consumidor. Os grupos de amigos, os colegas de escola e os seus pares terão um papel importante neste processo. A escola enquanto lugar de aprendizagem, formação e educação permitirá analisar o desenvolvimento cognitivo das crianças e as interações que desenvolve com os seus pares.
Atualmente os «mass media» (para além da televisão destaca-se, cada vez mais, a internet) são uma porta aberta para o mundo e contribuem para a socialização das crianças.
Perspectivas teóricas sobre o consumo das crianças
A socialização do consumidor é baseada em duas teorias de aprendizagem: a teoria da aprendizagem social e a teoria do desenvolvimento cognitivo.
Entre as perspectivas teóricas que têm sido utilizadas para explicar em que medida o consumo de determinados produtos pelos pares influencia o consumo desses produtos pela criança, destacam-se a teoria da aprendizagem social (Bandura, 1977),segundo a qual a observação do consumo de produtos entre os pares é um factor determinante do consumo desses produtos pela criança(aprendizagem por observação directa), e a teoria do desenvolvimento cognitivo (Piaget & Inhelder, 1966), a qual defende que a percepção da criança sobre o consumo dos pares encontra-se melhor correlacionada com o comportamento das crianças que o consumo dos pares.
A socialização do consumo é um processo através do qual as crianças desenvolvem as capacidades, os conhecimentos e as atitudes de compra (Moschis & Churchil, 1978). Das várias teorias que procuraram explicar a socialização do consumidor (teoria da aprendizagem social, as teorias desenvolvimentais e a teoria dos sistemas sociais), aquela que se mostrou mais referenciada nas investigações de Marketing foi teoria da aprendizagem social (Moschis & Smith, 1985), pois analisa a capacidade de um conjunto de agentes e forças ambientais de afectar um indivíduo (Bandura, 1969).
Segundo a teoria da aprendizagem social, os agentes de socialização e outras variáveis estruturais influenciam as atitudes e os comportamentos individuais (McLeod & O’Keefe, 1972). Neste processo poderemos encontrar 3 elementos: os agentes da socialização, a estrutura social e o resultado (Bush, Smith & Martin, 1999). Os agentes da socialização transmitem normas, atitudes e comportamentos para um indivíduo, sendo o fenómeno da socialização desenvolvido durante as interacções entre o indivíduo e os agentes da socialização. As primeiras publicações sobre o comportamento do consumidor apresentam como principais agentes do processo da socialização do consumidor os pais (Ward, Wackman & Wartella, 1977), a publicidade televisiva (Adler, 1977), a escola e os grupos de pares (Moschis & Churchill, 1978).
O ambiente social onde se desenvolvem as interações entre os indivíduos e os agentes socializadores é um outro fator importante a considerar neste processo. Segundo Moschis & Churchil (1978) o ambiente social pode ser entendido como a estrutura social e inclui variáveis tais como a sexo, a dimensão do agregado familiar e a raça.
Por sua vez, Moschis & Smith (1985) refere que dever-se-á integrar nesta análise o resultado (consequência) produzido nesta interação. Na verdade, o resultado final do processo de socialização é a adopção de atitudes e comportamento que atestam a capacidade do comprador.

A teoria da aprendizagem social
Os estudos que recorrem à teoria da aprendizagem social procuram explicar a socialização em função das influências externas sobre as pessoas. A teoria da aprendizagem social explica o consumo infantil mediante três conceitos: aprendizagem pela observação (modelagem), o reforço e as definições/expectativas atribuídas ao comportamento. O processo de aprendizagem por observação é designado de associação diferencial: o comportamento é associado a um modelo. Por exemplo, quando uma criança observa que um amigo se torna popular por vestir roupa de marca (ou trazer jogos para a escola), pode associar roupa de marca com ser popular, daí que emite o comportamento se desejar ser popular. O reforço social ocorre quando as consequenciais do comportamento, quer positivas (recompensas) quer negativas (eliminação dos aspectos aversivos) aumentam a probabilidade que este continue ou se repita. Neste exemplo, como o comportamento (uso de roupa de marca) é recompensado (percepção de popularidade), o uso é socialmente encorajado. Depois de um comportamento ter sido observado e/ou reforçado, é interiorizado na forma de uma definição (comportamento percepcionado como bom ou mau), a qual molda as expectativas e atitudes para esse comportamento (Howard, 1992).
Assim, a teoria da aprendizagem social salienta que o consumo é determinado pela aprendizagem por observação e imitação de modelos proporcionados pela família e pelo grupo de pares, os quais reforçam este tipo de comportamento.

Referências bibliográficas
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Ligações externas

Ver também